Seac-SP O SEAC-SP - Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo representa atua

O SEAC-SP reconhece a necessidade cada vez maior de profissionalização das empresas para o reconhecimento de suas atividades na vanguarda das modernas ferramentas de gestão e otimização de recursos humanos, sob a chancela dos mais avançados conceitos de eficiência e qualidade na prestação de serviços e da geração de postos de trabalho.

Relator prepara parecer sobre fim da escala 6x1 no Senado e avalia mudançasSenador Omar Aziz ainda avalia alterações no ...
26/08/2026

Relator prepara parecer sobre fim da escala 6x1 no Senado e avalia mudanças

Senador Omar Aziz ainda avalia alterações no texto aprovado pela Câmara; mudanças podem fazer a proposta retornar aos deputados.

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta segunda-feira (24) que pretende apresentar seu parecer até quinta-feira (27). O parlamentar ainda não decidiu se manterá integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, enquanto a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado se prepara para analisar a proposta.

A expectativa é que a apresentação do relatório permita que a PEC seja votada pela CCJ até 4 de setembro. Antes de chegar ao plenário do Senado, a proposta precisa passar pela comissão. Caso seja aprovada, ainda será necessária a votação pelos senadores em dois turnos.

Aziz afirmou à Folha de S. Paulo que pretende entregar o texto nesta quinta-feira para possibilitar a votação na semana seguinte. "Quero apresentar o relatório na quinta, para podermos votar na outra quarta-feira [na CCJ]. Ainda vou analisar a proposta, não decidi se manterei ou não [o texto da Câmara]", declarou o senador.

O que está em análise no Senado
A versão da PEC aprovada pela Câmara dos Deputados em maio reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução dos salários. O texto também assegura dois dias de repouso semanal remunerado.

A mudança prevista no texto aprovado pelos deputados seria implementada de forma gradual. A jornada semanal seria reduzida em duas horas nos primeiros 60 dias após a promulgação da emenda e em outras duas horas depois de um ano.

A proposta também prevê exceções para trabalhadores submetidos a regimes diferenciados e para profissionais com salários mais elevados e diploma de nível superior, conforme informações divulgadas sobre o texto aprovado pela Câmara.

Omar Aziz já havia declarado ser favorável ao fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso. Ao assumir a relatoria, também defendeu a adoção do modelo 5x2, com dois dias de folga por semana. Apesar disso, o senador ainda não confirmou se fará alterações no texto que chegou ao Senado.

Mudanças podem alterar tramitação da PEC
A definição do relator sobre o conteúdo do parecer é considerada relevante para o calendário de tramitação da PEC. Se o Senado aprovar mudanças de mérito em relação ao texto enviado pela Câmara, a proposta precisará retornar aos deputados para nova análise.

O retorno à Câmara pode dificultar a conclusão da tramitação antes das eleições de outubro. O Congresso terá uma janela reduzida de votações entre 31 de agosto e 4 de setembro, período considerado pelo governo para tentar avançar com a proposta antes do pleito.

O próprio Aziz afirmou que o Senado deve evitar mudanças de mérito justamente para não devolver a PEC à Câmara. Segundo o senador, eventuais ajustes poderiam ser tratados posteriormente por meio de leis complementares, especialmente para setores com características específ**as.

"Não há interesse algum de que ela volte para a Câmara. O máximo que tentaremos fazer, se tivermos que fazer uma emenda de redação, só se aparecer uma situação irreversível, mas não creio que isso aconteça", afirmou Aziz.

Votação depende da Comissão de Constituição e Justiça
A PEC precisa ser analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O colegiado é presidido pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). Caso o texto seja aprovado na comissão, seguirá para o plenário da Casa.

Para aprovação no Senado, uma Proposta de Emenda à Constituição precisa obter o apoio de pelo menos três quintos dos senadores, o equivalente a 49 votos, em dois turnos de votação. Se houver alteração no conteúdo aprovado pela Câmara, a matéria retorna para análise dos deputados.

A tramitação da PEC no Senado estava parada e foi retomada em agosto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), havia dado início à tramitação da proposta na Casa após a retomada do diálogo com o governo.

A proposta havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no fim de maio, com 472 votos favoráveis no primeiro turno e 461 no segundo turno. Desde então, a tramitação ficou condicionada ao calendário de votações do Congresso e ao avanço da matéria no Senado.

Governo busca acelerar votação
A tramitação da PEC ocorre em um período de calendário parlamentar reduzido. Segundo a Folha, o Congresso terá apenas uma semana de votações, entre 31 de agosto e 4 de setembro, antes das eleições de outubro. Por isso, o governo trabalha para acelerar a análise da proposta na CCJ e, se possível, levar o texto ao plenário do Senado.

A estratégia também considera a possibilidade de pedidos de vista durante a análise da comissão. O pedido de vista permite aos parlamentares mais tempo para examinar uma matéria antes da votação. Aziz afirmou que a definição do prazo f**ará a cargo do presidente da CCJ.

"Pode haver pedido de vista, que dificilmente é negado. Não se nega o pedido de vista na CCJ ou nenhuma comissão no Senado Federal. Mas f**a a critério do presidente o tempo do pedido de vista. O presidente Otto Alencar pode dar uma hora, duas horas, ou uma semana de vista", disse o senador.

Relator prevê apoio no Senado
Omar Aziz afirmou que espera uma votação favorável à proposta no Senado. Em entrevista ao UOL, o senador estimou que o texto poderá receber mais de 65 votos favoráveis.

"Se você analisar, a votação no Senado não será diferente, não. Haverá uma ampla maioria sim, porque eu acredito em termos acima de 65 votos a favor. Hoje eu vejo dessa forma. Eu não vejo de outra", afirmou Aziz.

O relator também disse que, até o momento, não recebeu manifestações diretas de senadores contrários à redução da jornada. Segundo ele, os contatos recebidos foram, em sua maioria, favoráveis à mudança.

"Nunca recebi um telefonema de nenhum senador e de nenhuma senadora dizendo que é contra. Os telefonemas que eu recebi todos são favoráveis a reduzirmos a jornada de trabalho", declarou.

Entidades empresariais discutem transição
Além da discussão sobre o texto, Aziz informou que pretende receber representantes de entidades empresariais para tratar das preocupações relacionadas à transição para uma eventual nova jornada.

Segundo o senador, representantes de entidades como a Federação das Indústrias de São Paulo, a Confederação Nacional da Indústria e a Federação do Comércio solicitaram uma reunião para apresentar suas preocupações. O encontro está previsto para a terça-feira da semana seguinte, no gabinete do relator.

"Pediriam para falar comigo e eu vou recebê-los na terça-feira, na semana que vem, no meu gabinete. Várias entidades, Federação das Indústrias de São Paulo, Confederação Nacional da Indústria, Federação do Comércio. Todas as preocupações que eu tenho recebido até agora, e não foram de senadores, são sobre a transição", afirmou Aziz.

As preocupações empresariais também aparecem no debate sobre o texto aprovado pela Câmara. Entre os pontos citados estão os possíveis impactos da redução da jornada sobre setores que dependem de mão de obra intensiva e mantêm funcionamento durante todos os dias da semana.

A discussão envolve ainda o custo por hora trabalhada e a possibilidade de necessidade de novas contratações para preservar os horários de funcionamento.

Com informações da Folha de S.Paulo e Uol Noticias

Publicado por Sâmara Azevedo - Jornalista Portal Contabeis

Fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/78997/senado-avanca-em-reducao-jornada-de-trabalho-o-que-muda/

📌 𝗢 𝗦𝗘𝗔𝗖-𝗦𝗣 𝗮𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮 𝗮𝘁𝗲𝗻𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗺𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 e permanece ao lado das empresas do setor, oferecendo informação e assessoria diante das mudanças que podem impactar diretamente suas operações.

25/08/2026
25/08/2026
25/08/2026

STF mantém suspensão de punições por descumprimento da NR-1

O plenário do STF referendou a decisão do ministro André Mendonça que suspendeu, por 90 dias, a aplicação de multas e outras sanções administrativas relacionadas às exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) sobre riscos psicossociais no trabalho. O entendimento reforça a importância da construção de critérios claros para orientar as empresas.

Durante esse período, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) não poderá aplicar penalidades com base exclusivamente nessas exigências.
Também f**am suspensas, pelo mesmo prazo, eventuais sanções já aplicadas em relação aos fatores de risco psicossociais. Ao fim dos 90 dias, prazo que se encerra por volta de 25 de setembro, o processo deverá ser novamente apreciado pelo STF.

Leia a notícia completa em febrac.org.br

Vale-alimentação terá mudanças em novembro de 2026; veja novas regras para empresas e trabalhadoresNovas regras ampliam ...
24/08/2026

Vale-alimentação terá mudanças em novembro de 2026; veja novas regras para empresas e trabalhadores

Novas regras ampliam a interoperabilidade do benefício e integram mudanças no PAT; empresas devem observar contratos, taxas e utilização dos cartões.

Empresas e trabalhadores devem f**ar atentos às mudanças envolvendo vale-alimentação (VA) e vale-refeição (VR) previstas para novembro de 2026. O novo marco regulatório do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) estabeleceu um cronograma de adequação do mercado que avança neste segundo semestre.

As alterações foram estabelecidas pelo Decreto nº 12.712/2025, que modificou a regulamentação do PAT e estabeleceu novas regras para empresas beneficiárias, operadoras dos cartões e estabelecimentos comerciais.

Entre os principais pontos estão a interoperabilidade entre os arranjos de pagamento, limites para determinadas taxas e regras destinadas a ampliar a aceitação dos benefícios.

Para departamentos pessoais, RH e profissionais da contabilidade, as mudanças exigem atenção aos contratos mantidos pelas empresas e às condições utilizadas na concessão do auxílio-alimentação.

O que muda no vale-alimentação em 2026?
Uma das principais mudanças é a ampliação da interoperabilidade no sistema de alimentação do trabalhador.

O objetivo é reduzir barreiras entre diferentes arranjos e ampliar a utilização dos cartões destinados à alimentação.

Na prática, o novo modelo busca evitar que o trabalhador fique limitado exclusivamente à rede credenciada de uma determinada operadora, aumentando as possibilidades de utilização do benefício em estabelecimentos habilitados para essa finalidade.

A implementação, entretanto, segue o cronograma estabelecido na regulamentação e exige adaptações das empresas que operam o sistema.

Por isso, empregadores devem acompanhar a adequação dos fornecedores contratados e verif**ar se os serviços estarão compatíveis com as novas exigências dentro dos prazos previstos.

Interoperabilidade deve ampliar aceitação dos cartões
Atualmente, é comum que um supermercado, restaurante ou outro estabelecimento aceite determinadas bandeiras de VA ou VR e não trabalhe com outras.

A interoperabilidade busca justamente reduzir essa fragmentação.

Com a mudança, diferentes participantes do sistema deverão conseguir operar de forma integrada, ampliando a rede disponível ao trabalhador.

Isso não signif**a, entretanto, que o benefício poderá ser utilizado livremente para qualquer tipo de compra.

A destinação continua sendo exclusivamente alimentar.

O Decreto nº 12.712/2025 reforça que os recursos concedidos no âmbito do PAT devem ser utilizados para o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares ou para a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais, conforme a modalidade contratada.

Uso continua restrito à alimentação
As mudanças não transformam VA e VR em cartões de livre utilização.

A Lei nº 14.442/2022 já determina que as importâncias pagas pelo empregador a título de auxílio-alimentação devem ser utilizadas para refeições em restaurantes e estabelecimentos similares ou para a aquisição de gêneros alimentícios.

Assim, os valores não podem ser desviados para a aquisição de produtos ou serviços sem relação com alimentação.

A legislação também estabelece penalidades em situações de execução inadequada ou desvio das finalidades dos programas de alimentação.

Para as empresas, isso signif**a que a escolha da operadora não deve considerar apenas preço e abrangência da rede, mas também a capacidade de garantir que o benefício seja utilizado dentro das regras.

Regras também atingem taxas cobradas no sistema
Outra frente da regulamentação está relacionada aos custos existentes na cadeia de pagamentos.

O Decreto nº 12.712 estabeleceu limites e condições para determinadas taxas cobradas nas transações realizadas por meio dos benefícios de alimentação.

A intenção é reduzir custos para os estabelecimentos e aumentar a concorrência entre os participantes do mercado.

Esse aspecto merece atenção das empresas porque alterações nas condições comerciais das operadoras podem repercutir nos contratos de VA e VR.

Departamentos responsáveis pela gestão dos benefícios devem, portanto, revisar as condições contratadas e acompanhar eventuais alterações propostas pelos fornecedores.

Empresa pode receber desconto para contratar vale-alimentação?
Outro ponto importante permanece: a legislação restringe mecanismos que produzam vantagens financeiras indevidas para o empregador na contratação do benefício.

A Lei nº 14.442/2022 proíbe que o empregador exija ou receba:

- deságio ou imposição de descontos sobre o valor contratado;
- prazos de repasse ou pagamento que descaracterizem a natureza pré-paga dos valores;
- outras verbas e benefícios diretos ou indiretos que não estejam relacionados à promoção da saúde e segurança alimentar do trabalhador.

A regra busca impedir o chamado rebate, situação em que vantagens concedidas ao empregador acabam sendo financiadas pela cadeia do benefício.

Esse ponto merece atenção especialmente durante a renegociação ou troca de fornecedores.

Vale-alimentação é obrigatório?
Apesar das mudanças regulatórias, a legislação federal não estabelece uma obrigação geral para que todas as empresas concedam vale-alimentação ou vale-refeição aos empregados.

A obrigatoriedade pode decorrer, entretanto, de convenção ou acordo coletivo de trabalho, contrato individual ou outras condições aplicáveis à relação de emprego.

Por isso, antes de alterar, reduzir ou deixar de conceder o benefício, a empresa precisa verif**ar as normas aplicáveis à categoria profissional.

Também é importante diferenciar a concessão facultativa do benefício de uma obrigação que já tenha sido incorporada às condições da relação de trabalho ou estabelecida por negociação coletiva.

Vale-alimentação integra o salário?
A CLT estabelece que as importâncias pagas a título de auxílio-alimentação, vedado seu pagamento em dinheiro, não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao contrato de trabalho e não constituem base de incidência de encargos trabalhistas e previdenciários.

A regra consta do artigo 457, § 2º, da Consolidação das Leis do Trabalho.

Esse é um dos motivos pelos quais a forma de concessão merece atenção do departamento pessoal.

Pagar uma verba em dinheiro e classificá-la simplesmente como “vale-alimentação” não produz automaticamente o mesmo tratamento jurídico previsto para o auxílio concedido nas condições estabelecidas pela legislação.

O que muda para empresas?
Com a aproximação das próximas etapas do cronograma, empresas que oferecem VA ou VR devem aproveitar os próximos meses para revisar seus procedimentos.

Entre os pontos que merecem atenção estão contratos com operadoras, condições comerciais, regras da convenção coletiva, forma de concessão, utilização dos créditos e adequação do fornecedor às novas exigências de interoperabilidade.

RH, departamento pessoal e contabilidade também precisam verif**ar se eventuais vantagens comerciais oferecidas pelas operadoras estão de acordo com as restrições impostas pela legislação.

A mudança de fornecedor, por exemplo, não deve ser decidida apenas pelo custo cobrado da empresa. Rede de aceitação, segurança, atendimento às regras do PAT e condições oferecidas aos estabelecimentos passam a integrar essa avaliação.

Vale-alimentação não será extinto
As mudanças também exigem cuidado com interpretações equivocadas.

O novo marco regulatório não extingue o vale-alimentação nem o vale-refeição.

O que está acontecendo é uma reorganização das regras do mercado de benefícios, com alterações nas relações entre empregadores, operadoras, estabelecimentos e trabalhadores.

Da mesma forma, a interoperabilidade não transforma o benefício em dinheiro disponível para qualquer finalidade.

A utilização permanece vinculada à alimentação.

Empresas devem acompanhar cronograma
O Decreto nº 12.712/2025 estabeleceu diferentes períodos de adaptação conforme a obrigação envolvida. Por isso, empresas não devem tratar novembro como uma única data na qual todas as regras começam simultaneamente.

O ponto central para os próximos meses é verif**ar quais obrigações atingem o fornecedor contratado e se a operação já está preparada para as etapas do novo modelo.

Para profissionais de RH, DP e contabilidade, a recomendação é revisar os contratos e evitar decisões baseadas apenas nas regras atualmente praticadas pelas operadoras.

Com o avanço do cronograma em 2026, o mercado de benefícios passa por uma mudança relevante justamente em um dos itens mais presentes nos pacotes de remuneração indireta dos trabalhadores brasileiros.

E, embora boa parte da adaptação tecnológica seja responsabilidade das empresas que operam os cartões, o empregador continua responsável por garantir que a concessão do benefício esteja de acordo com a legislação e com as normas coletivas aplicáveis aos seus empregados.

Publicado por Juliana Moratto - Editora chefe Portal Contabeis

Fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/78857/vale-alimentacao-muda-em-novembro-veja-novas-regras/

🤝 O SEAC-SP, por meio de sua assessoria às empresas do setor de asseio, conservação e facilities, acompanha as mudanças que impactam a gestão empresarial e trabalhista.

Febrac participa de debates com presidenciáveis e leva desafios do setor à discussão nacionalPor: Vânia RiosO presidente...
20/08/2026

Febrac participa de debates com presidenciáveis e leva desafios do setor à discussão nacional

Por: Vânia Rios

O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac Facilities), Avelino Lombardi, participou, nesta terça-feira (18), em Brasília, dos debates com os candidatos à Presidência da República Renan Santos e Ronaldo Caiado, realizados no âmbito da série “O Brasil em Debate com os Presidenciáveis”.

Promovidos pela Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios (FPN) e pelo Instituto Unidos Brasil (IUB), com apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Ranking dos Políticos, os encontros reuniram lideranças empresariais e representantes do setor produtivo para discutir propostas para a economia e o ambiente de negócios.

Durante os dois debates, Lombardi apresentou aos candidatos questões relacionadas ao elevado custo de contratação no país e ao peso da estrutura do Estado.

“Hoje, o custo para empregar está proibitivo e, com isso, há um aumento da clandestinidade. O que o candidato pretende fazer para resolver esse problema?”, perguntou. Na sequência, abordou o tamanho do Estado: “Hoje, o brasileiro não consegue mais carregar o tamanho do Estado. Que tamanho o candidato pretende propor?”.

Ao responder aos questionamentos, Renan Santos defendeu mudanças nas relações de trabalho que, segundo ele, poderiam tornar a contratação menos onerosa e ampliar o número de trabalhadores e empresas inseridos na formalidade. “O custo de contratação tem que ser o mais baixo do mundo. Só que a gente tem que aumentar muito a base.”

O candidato também apontou a simplif**ação das regras de contratação como uma das medidas necessárias para enfrentar a informalidade. “Vamos criar um regime leve para a contratação. Esse é o caminho que a gente tem que seguir”, ressaltou.

Já Caiado defendeu a adoção de regras fiscais claras e maior segurança jurídica como condições para atrair investimentos e melhorar o ambiente econômico do país.

Agenda da CNC
Durante o encontro com Renan Santos, representantes da CNC também apresentaram ao candidato a Agenda dos Presidenciáveis 2026 do Sistema CNC-Sesc-Senac, que reúne prioridades e propostas do comércio de bens, serviços e turismo para o próximo governo.

O documento aborda temas considerados estratégicos para o desenvolvimento do setor produtivo, entre eles crescimento econômico, fortalecimento das empresas, qualif**ação profissional, transformação tecnológica, segurança jurídica e aprimoramento do ambiente de negócios.

Fonte: https://febrac.org.br/febrac-participa-de-debates-com-presidenciaveis-e-leva-desafios-do-setor-de-servicos-a-discussao-nacional/

🤝 O SEAC-SP acompanha e valoriza a atuação da Febrac, mantendo seu compromisso de representar, orientar e prestar assessoria às empresas do setor de asseio, conservação e facilities.

📊 REFORMA TRIBUTÁRIA: SUA EMPRESA TEM A FOLHA DE PAGAMENTO COMO MAIOR CUSTO?Para empresas de asseio, conservação, limpez...
19/08/2026

📊 REFORMA TRIBUTÁRIA: SUA EMPRESA TEM A FOLHA DE PAGAMENTO COMO MAIOR CUSTO?

Para empresas de asseio, conservação, limpeza profissional e facilities, essa é uma questão que merece atenção. A Reforma Tributária já está em curso e poderá impactar de forma signif**ativa os negócios intensivos em mão de obra.

Com a implantação da CBS e do IBS, a sistemática de créditos ganha ainda mais importância. Porém, há um ponto especialmente sensível para o setor: a folha de pagamento, em regra, não gera créditos desses tributos. ⚠️

Por isso, empresas com grande concentração de custos em mão de obra precisam avaliar cuidadosamente sua estrutura, precif**ação, contratos, regime tributário e possibilidades de aproveitamento de créditos.

🔎 O impacto não será igual para todas as empresas. Planejamento e análise individualizada serão fundamentais para atravessar o período de transição com maior segurança.

🤝 O SEAC-SP, por meio de sua assessoria às empresas do setor, acompanha as mudanças da Reforma Tributária e seus reflexos na atividade empresarial.

🌐 Leia a matéria completa no site do SEAC-SP ou em nossa fanpage e mantenha sua empresa preparada para as mudanças.

🤖✨  𝗜𝗡𝗧𝗘𝗟𝗜𝗚𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗔𝗥𝗧𝗜𝗙𝗜𝗖𝗜𝗔𝗟, 𝗣𝗥𝗢𝗗𝗨𝗧𝗜𝗩𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗘 𝗢 𝗙𝗨𝗧𝗨𝗥𝗢 𝗗𝗢 𝗧𝗥𝗔𝗕𝗔𝗟𝗛𝗢O SEAC-SP realizou ontem (17/08) a palestra “𝗜𝗻𝘁𝗲𝗹𝗶𝗴𝗲̂...
18/08/2026

🤖✨ 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗟𝗜𝗚𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗔𝗥𝗧𝗜𝗙𝗜𝗖𝗜𝗔𝗟, 𝗣𝗥𝗢𝗗𝗨𝗧𝗜𝗩𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗘 𝗢 𝗙𝗨𝗧𝗨𝗥𝗢 𝗗𝗢 𝗧𝗥𝗔𝗕𝗔𝗟𝗛𝗢

O SEAC-SP realizou ontem (17/08) a palestra “𝗜𝗻𝘁𝗲𝗹𝗶𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗔𝗿𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮𝗹, 𝗣𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗙𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗱𝗼 𝗧𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼”, conduzida pelo jornalista, escritor e especialista em comunicação, tecnologia e IA, 𝗝𝗼𝗮̃𝗼 𝗣𝗲𝗶𝘅𝗼𝘁𝗼.

O encontro proporcionou aos empresários e representantes do setor uma reflexão sobre como a Inteligência Artificial já está transformando o ambiente profissional, os processos, a produtividade e as relações de trabalho. 💻🚀

Mais do que acompanhar as inovações, é fundamental compreender como utilizar essas ferramentas de forma estratégica, preparando empresas e profissionais para os desafios e oportunidades que já fazem parte do presente.

🤝 Com iniciativas como essa, o 𝗦𝗘𝗔𝗖-𝗦𝗣 𝗿𝗲𝗳𝗼𝗿𝗰̧𝗮 𝘀𝗲𝘂 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗼𝗳𝗲𝗿𝗲𝗰𝗲𝗿 𝗶𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗮𝘁𝘂𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗮𝘀𝘀𝗲𝘀𝘀𝗼𝗿𝗶𝗮 𝗮̀𝘀 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝘀𝗲𝘁𝗼𝗿 𝗱𝗲 𝗔𝘀𝘀𝗲𝗶𝗼, 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗦𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼𝘀, contribuindo para uma gestão cada vez mais preparada e competitiva.

📸 Confira alguns registros desse importante encontro!

Endereço

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São Paulo, SP
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