CASACOR Sustentável

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CASACOR Sustentável Aqui você vai encontrar todas as práticas sustentáveis que a CASACOR promove desde 2015. Repense.

No interior paulista, a Passive House, assinada pelo escritório Mareines Arquitetura, é uma resposta direta ao desejo po...
05/10/2026

No interior paulista, a Passive House, assinada pelo escritório Mareines Arquitetura, é uma resposta direta ao desejo por uma vida mais simples, autônoma e conectada com a natureza.

No terreno que passou por recomposição florestal, a casa surge da intenção de se criar um jardim murado em formato triangular, plantado com espécies variadas e protegido por três braços da arquitetura.

"É uma reinterpretação dos claustros, elementos comuns em monastérios. Queríamos que a casa fosse uma área de tranquilidade, pausa e meditação", revela Mareines.

Segundo o arquiteto, era importante que a casa surgisse da própria terra, utilizando seus materiais e respeitando seus fluxos. “Não se trata apenas ser sustentável; ela precisa refletir essa sustentabilidade”, conta.

Assim, a cobertura em tijolo aparente, com curvatura acentuada, é elemento central do projeto, marcando esteticamente a residência e atuando como coletora de água da chuva, conduzindo-a até a piscina.

Além disso, as lajes duplas e os beirais generosos colaboram para o resfriamento passivo dos ambientes, dispensando o uso de ar-condicionado.

Foto: Leonardo Finotti

Contêineres descartados e terra local são os principais materiais usados na construção deste restaurante para 200 pessoa...
02/10/2026

Contêineres descartados e terra local são os principais materiais usados na construção deste restaurante para 200 pessoas, na importante cidade portuária de Tuticorin, Sul da Índia, que tem sido o centro do comércio marítimo nos últimos 2000 anos.

No projeto, o escritório Wallmakers aproveitou a enorme quantidade de contêineres de transporte descartados na cidade e combinou com técnicas locais de construção com terra.

Cada um dos 12 contêineres utilizados foi posicionado verticalmente com um guindaste, para proporcionar um pé-direito mais alto, e soldado para formar a estrutura básica do edifício, juntamente com lajes de concreto armado, fazendo a conexão nos níveis dos pisos.

Uma camada de terra moldada na superfície externa dos contêineres foi aplicada para reduzir o ganho de calor e proporcionar isolamento térmico. Além disso, o padrão trabalhado criou superfícies alternadamente recuadas, garantindo melhor eficiência térmica e reduzindo a carga dos sistemas de ar-condicionado em 38%.

Os interiores foram projetados mantendo a textura bruta e natural do contêiner para criar áreas de estar acolhedoras nos cantos. O layout foi planejado de forma a permitir que cada grupo de clientes tivesse seu próprio nicho privativo, mesmo em um terreno tão estreito.

Durante o dia, a iluminação é natural, por uma claraboia e, à noite, é feita com um lustre projetado sob medida com cera antiga e tubulações. Já o piso do restaurante foi desenvolvido com madeira de demolição e cimento queimado.

Fotos: Studio IKSHA

O recém-concluído Centro de Atividades dos Trabalhadores de Haikou, na ilha chinesa de Hainan, foi criado em torno do co...
29/09/2026

O recém-concluído Centro de Atividades dos Trabalhadores de Haikou, na ilha chinesa de Hainan, foi criado em torno do conceito de "árvore da vida" e organizado como um assentamento ecológico, estabelecendo uma nova referência para a arquitetura pública sensível ao clima costeiro local, quente, úmido e marcado por chuvas abundantes e ventos de monção.

Desenvolvido pelo escritório CADG para ser responsivo a esse clima, o projeto cria um oásis urbano voltado para a comunidade e de baixo consumo de carbono em sua operação. Para responder ao clima, optou-se por sombreamento, ventilação natural e espaços de transição para amortecer a chuva, o calor e a umidade. A arquitetura, então, integra espaços que fornecem simultaneamente proteção solar, fluxo de ar natural, abrigo da chuva e moderação do ambiente quente e úmido.

A abordagem adotada foi de baixa intervenção, buscando preservar o corredor ecológico existente formado por cursos d'água, vegetação e solo aberto. Grandes beirais de cobertura geram sombra e proteção contra a chuva, formando uma rede de circulação tridimensional de 2.100 m².

A volumetria evoca o crescimento de uma árvore — das raízes aos galhos, a arquitetura acomoda diversos programas enquanto gera um ambiente ecológico estratif**ado.

Fotos: Schran Image, Ji Li

Mais do que apenas atender aos requisitos de sustentabilidade, a Casa Catimbau (escritório Azul Pitanga), em Buíque, Per...
24/09/2026

Mais do que apenas atender aos requisitos de sustentabilidade, a Casa Catimbau (escritório Azul Pitanga), em Buíque, Pernambuco, propõe uma arquitetura que parte do clima, da escassez e da abundância local, oferecendo soluções integradas, sem excessos, sem desperdícios e com coerência.

Situada no Parque Nacional do Catimbau, a segunda maior unidade de conservação arqueológica do Brasil e uma das áreas mais representativas da caatinga, a casa dialoga diretamente com o território: aberta à ventilação natural, protegida da luz solar, construída com materiais disponíveis localmente e orientada pelos usos diários de seus habitantes.

A taipa de pilão, feita com terra local e escolhida tanto pela disponibilidade do solo local quanto por sua capacidade térmica, estrutura toda a residência. A espessura das paredes garante o isolamento durante o dia e a liberação gradual de calor à noite, estabilizando a temperatura interna com o mínimo de recursos artificiais.

Quatro blocos autônomos organizam-se em torno de um pátio, propondo um estilo de vida descentralizado que valoriza o contato com a natureza e a construção de momentos pessoais. A madeira, proveniente da reutilização de um antigo galpão da região, estrutura telhados leves e ventilados.

Os telhados, sustentados por estruturas de madeira reaproveitada, são inclinados para garantir a ventilação cruzada e o sombreamento das paredes. Aberturas contínuas sob o beiral superior permitem a saída do ar quente de forma simples e eficiente para o resfriamento natural da casa.

A casa capta água da chuva para uma cisterna subterrânea e adota soluções de tratamento descentralizadas, com sistemas ecológicos.

Fotos: Igor Ribeiro

Construir em meio à natureza exuberante e protegida, sem danificá-la, foi a grande premissa da Casa Azul, em uma área de...
11/01/2026

Construir em meio à natureza exuberante e protegida, sem danificá-la, foi a grande premissa da Casa Azul, em uma área de proteção ambiental em Guarujá, litoral paulista. De partida, os arquitetos definiram um perímetro de dois metros ao redor da projeção da casa para proteger a floresta das atividades da construção.

A casa foi elevada sobre pilotis, gerando um vão de 15 metros de comprimento por 8 metros de largura, que recobre em sombra a principal área social e de lazer no térreo da casa.

Um deck de madeira ligeiramente elevado do solo protege o pavimento da umidade e integra-se com a vegetação ao redor, estendendo-se sinuosamente para além da projeção do edifício. Sua geometria abstrata (uma homenagem a Roberto Burle-Marx) intencionalmente contrasta com o volume retangular que define a casa acima e alterna as formas de interação com a paisagem.

Sobre o térreo, dois volumes empilhados e desencontrados parecem flutuar em meio a copa das árvores. A primeira caixa de concreto enquadra a natureza com suas laterais envidraçadas e permite a vista para o mar. Quando abertos, esses panos de vidro tornam o ambiente uma grande varanda, consolidando a transparência que permite que o olhar atravesse completamente a arquitetura.

O segundo pavimento abriga quatro quartos imersos na copa das árvores com um fechamento de muxarabis de madeira, que gentilmente filtram a luz. Os caixilhos de madeira, mobiliários fixos e peças de decoração, com texturas e cores naturais, trazem para dentro da casa a natureza externa.

Arquitetura: Diana Radomysler, Samanta Cafardo e o Studio MK27
Paisagismo: Rodrigo Oliveira 🌿
Fotos: André Scarpa 📷

O projeto residencial em D**g Nai, Sudeste do Vietnã, foi construído em terreno de apenas 4,5 m de largura e com foco na...
09/01/2026

O projeto residencial em D**g Nai, Sudeste do Vietnã, foi construído em terreno de apenas 4,5 m de largura e com foco na sustentabilidade. Para isso, os arquitetos do 90odesign tiraram proveito da ampla área verde em frente ao lote, não apenas maximizando as vistas para esse espaço, mas também ganhando em segurança, privacidade e ventilação natural.

A fachada frontal incorpora vegetação em camadas no portão de entrada, na varanda e no terraço da cobertura. Já a fachada posterior integra plantas no exterior das janelas. Essas camadas verdes filtram a incidência direta do sol e contribuem para a manutenção de um ambiente interno mais fresco.

Uma característica marcante do projeto é o forro curvo em madeira artificial, que se estende de forma contínua do interior para a varanda externa. Além de três quartos espaçosos, há uma ampla sala de estar e jantar, adequada para reuniões familiares, com generosa iluminação natural e integração de elementos verdes como prioridades essenciais.

O volume principal f**a no centro do terreno, formando dois pátios, um na frente e outro nos fundos. No interior, a sequência de níveis trabalha em conjunto com uma grande claraboia central, permitindo que a luz e o fluxo de ar penetrem profundamente no espaço interno. No térreo, a escada e a cozinha estão dispostas ao longo de um dos lados, possibilitando que a ventilação flua do pátio frontal para o posterior.

Fotos: Quang Tran

Inserida entre árvores existentes para aproveitar suas sombras e vistas, e com lateral e fundo voltados para uma área de...
07/01/2026

Inserida entre árvores existentes para aproveitar suas sombras e vistas, e com lateral e fundo voltados para uma área de proteção ambiental, a Casa Cajuí é formada por dois blocos. O bloco íntimo e dos escritórios f**a no primeiro plano, próximo da rua, enquanto o bloco social f**a no fundo do lote, levemente elevado para ser um mirante sobre a área verde dos fundos. Essa organização espacial deixa mais difusos os limites entre espaços internos e externos, favorecendo um tipo de vivência ao ar livre.

Para poder aproveitar o melhor dos ventos e do sol, a casa – projetada pelo escritório Laurent Troost Architectures – conta com cobertura pensada como um grande plano inclinado de concreto dobrado para acompanhar o formato da casa. Esse espaço inclinado acabou se tornando um espaço utilizado pelos moradores para observar as estrelas ou desfrutar da casa de uma forma diferenciada.

Além disso, o projeto incorpora princípio de sustentabilidade passiva, tal como sistema de sistema de captação, armazenamento e reaproveitamento da água pluvial, garantindo o melhor desempenho ambiental aliado a preservação da floresta.

Fotos: Susan Valentim

Em Araraquara, interior paulista, a JBMC Arquitetura e Urbanismo assina o projeto e construção desta residência de 204 m...
05/01/2026

Em Araraquara, interior paulista, a JBMC Arquitetura e Urbanismo assina o projeto e construção desta residência de 204 m², de perfil experimental. Com a fachada voltada para a arborização da avenida, a residência se integra harmoniosamente ao ambiente, refletindo um design funcional e conectado com a natureza.

A casa foi feita em aço, madeira e concreto, conferindo solidez e leveza ao projeto. A estrutura desenhada em perfis tubulares de aço permitiu uma execução precisa, rápida e eficiente, assentada sobre apenas quatro pilares de concreto armado, moldados no local.

O uso de madeira engenheirada CLT (Cross Laminated Timber) foi uma inovação na construção da laje do pavimento superior, incluindo as áreas molhadas, que receberam um tratamento de impermeabilização. Para se adequar ao clima quente da cidade, as paredes externas são compostas por painéis de CLT, isolamento térmico de lã de rocha e revestimento cimentício, assegurando conforto térmico e eficiência energética nos interiores.

Um destaque do projeto é o sistema de ventilação natural proporcionado pelo lanternim, uma estrutura de aço tubular localizada entre o piso técnico e o pavimento superior. Essa solução mantém a casa ventilada e confortável, e protege o interior da residência contra a entrada de água de chuva.

A residência é composta por dois pavimentos principais e uma área técnica para abrigar os sistemas de água e ar-condicionado. O primeiro andar acomoda as áreas sociais (sala de estar, jantar, cozinha integrada, lavanderia e lavabo) e no segundo f**am os três pequenos dormitórios com banheiros integrados, um estúdio e uma sala de TV, todos ao redor de um vazio central com vistas privilegiadas para o nível abaixo, onde estão a piscina e as árvores que circundam a casa.

No centro deste andar, a grande claraboia de vidro cria um “efeito chaminé", favorecendo a circulação de ar e uma melhor iluminação natural para os dois pavimentos.

Fotos: Rafa D'Andrea

A Casa Abierta, em Tulum, México, foi concebida de modo a conservar a vegetação preexistente, usando as áreas com menos ...
08/11/2024

A Casa Abierta, em Tulum, México, foi concebida de modo a conservar a vegetação preexistente, usando as áreas com menos vegetação para os espaços cobertos e diferentes pátios ao redor dos grupos de árvores como elemento articulador.

O projeto, do escritório As Arquitectura + Diseño, conta com 336 m², priorizando a integração entre exterior e interior. Pátios articulam os espaços, permitindo que as vistas fluam através deles em direção ao restante do terreno com densa vegetação nativa.

A fluidez dos espaços internos a partir da abertura para os pátios, sem paredes que impeçam a vista, cria ambientes virtualmente maiores, mais iluminados e com ventilação natural, o que permite reduzir o consumo de energia elétrica.

Para os acabamentos foram utilizados materiais da região, como madeira, o bahareque e a pedra assentada de maneira artesanal, que contrastam com o aço da estrutura, conferindo um aspecto contemporâneo ao conjunto. Também são utilizados rebocos combinados com a resina da árvore de chukum, que além de ter propriedades impermeáveis, dialoga com os elementos preexistentes no terreno e proporciona naturalmente uma coloração quente ao projeto.

Fotos: César Béjar

Madeira reaproveitada de outra obra entrou no projeto Estúdio Trigo, de Renato Mendonça na CASACOR SP 2019. Para isso, p...
04/10/2022

Madeira reaproveitada de outra obra entrou no projeto Estúdio Trigo, de Renato Mendonça na CASACOR SP 2019. Para isso, passou por um processo de carbonização que realçou os nós naturais do pinus e o clima de campo na cidade.
No quarto, plantas em abundância esbanjam aconchego. Na bancada e no banheiro, a pedra gnaisse que iria para descarte ganhou uso nobre.
O projeto também incluiu paredes de tijolinhos de demolição, piso de cerâmica com processo de produção certif**ado e iluminação em LED.
Peças de antiquário, que contam histórias, fortalecem ampliam as memórias afetivas.

Fotos: Felipe Araújo / CASACOR

Endereço

São Paulo, SP
05601-000

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