24/10/2021
Temperatura de Cor Luminotécnica
É normal ter dificuldade na hora de escolher um tipo de iluminação adequada para um ambiente. Quando se envolve questões estéticas, até os gostos influenciam nessa escolha.
Mas quem nunca errou na escolha da lâmpada? Para evitar esse problema vamos mostrar a diferença entre luz quente e luz fria.
Uma boa iluminação propicia conforto e eficiência. Mas uma má utilização é capaz de desvalorizar um ambiente e prejudicar completamente o funcionamento dos espaços.
Quando falamos de luz quente ou luz fria, não nos referimos ao calor físico da lâmpada, e sim à tonalidade de cor que ela fornece ao ambiente. Para facilitarmos essa compreensão, abordaremos alguns tópicos mais técnicos que ajudarão na escolha da melhor iluminação para o seu ambiente.
Por volta de 1931, foi necessário desenvolver um sistema que pudesse classificar a tonalidade da luz emitida pelas lâmpadas. Esse sistema tem como intuito de classificar a cor de acordo com a sua temperatura.
Essa representação gráfica é obtida através de uma analogia de temperatura em Graus Célsius, transformados em Kelvin.
Para compreendermos melhor essa classificação, precisamos entender que quanto mais branca for a luz, mais alta é a temperatura de cor em Kelvin. Quanto mais baixa a temperatura de cor for, mais amarela será essa luz.
Daremos como exemplo uma barra de ferro que, em seu estado mais frio, possui uma cor mais escura, sem emissão de luz, que quando aplicado em uma temperatura de 800K sobre a superfície, acarretará uma mudança na tonalidade, emitindo uma luz mais amarelada.
Ou seja, vemos que conforme aplicação de 3000K atribui-se uma tonalidade de luz, nesse princípio, foi criado a temperatura de cor em Kelvin.
A cor da iluminação não interfere na eficiência energética.
Créditos texto: Equipe Viva Decora PRO
Imagens: Ilustrativas