09/09/2026
Hoje é a última noite da Jade com 11 meses. Amanhã, quando ela acordar, já terá um aninho.
O tempo é desleal quando a gente começa a contá-lo.
E, agora, escrevendo tudo isso, eu me deparo com todos esses dias que vivi ao lado da minha menininha. Dias em que eu também renasci todas as manhãs, tentando dar o meu melhor, tentando ser melhor. Aprendendo, todos os dias, a ser mãe e, ao mesmo tempo, tentando ensiná-la a ser uma mulher de garra, que saiba onde quer chegar, que lute pelos seus sonhos e que nunca se esqueça de onde veio.
A maternidade faz isso com a gente.
Ela te apresenta o maior amor do mundo. Faz você sentir medo quando o termômetro marca 38 graus em uma noite qualquer, mas também faz você encarar aquilo que o seu instinto manda fazer e resolver o problema.
A frase que diz que, quando uma mulher se torna mãe, ela vira uma leoa, é a mais pura verdade.
A gente mata e morre por aquela pessoinha que cresce diante dos nossos olhos, tão inocente, tão pequena… Aquela mesma pessoinha que abre os olhos todas as manhãs e sorri para você. E não existe felicidade maior. Não existe sorriso mais gentil que uma mãe possa receber.
Ser mãe é algo surreal.
Ver um filho crescer é algo surreal. É divino.
Minha querida filha, que a sua vida seja feita de prazeres bons. Que você seja forte e destemida para ir atrás dos seus objetivos. Que saiba, de cor, os seus valores. Que tenha a sua fé sempre em dia. Que caminhe pela vida com coragem, bondade e verdade.
E que você nunca se esqueça de que o maior amor do mundo está aqui, dentro do meu peito.
Hoje eu me despeço dos seus 11 meses com o coração apertado e, ao mesmo tempo, transbordando de gratidão por tudo que vivemos até aqui.
Feliz seu primeiro aninho, minha filha.
Feliz a sua vida.
Feliz o seu jeitinho.
Feliz toda essa alegria contagiante de menina que ilumina os meus dias.
Eu te amo, Jade. Mais do que um dia eu poderia imaginar ser capaz de amar alguém. 🤍