16/09/2026
Eu sempre defendi uma arquitetura feita para servir à vida.
Mas viver a maternidade me fez perceber, na prática, o quanto pequenas decisões dentro de uma casa podem tornar os dias mais leves, confortáveis e funcionais.
Meu olhar como arquiteta continua sendo o mesmo em essência: criar espaços bonitos, atemporais e com identidade.
A diferença é que hoje existe uma nova camada nesse olhar.
Mais atenção à rotina.
Ao acolhimento.
À praticidade.
À passagem do tempo.
À casa que precisa continuar funcionando enquanto a vida acontece.
Talvez seja isso que mais tenha mudado em mim: hoje eu entendo ainda mais que projetar uma casa é, antes de tudo, projetar para pessoas. 🤍