Sindicato Químicos de Criciúma e Região

Sindicato Químicos de Criciúma e Região O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região foi oficialmente fundado em 5 de junho de 1983.

27/08/2026
Aumento de 20% no Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) das empresas com até 30 empregados e de 6% no P...
27/08/2026

Aumento de 20% no Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) das empresas com até 30 empregados e de 6% no PLR das empresas com 31 ou mais empregados, sendo 1,9% de aumento real. E, principalmente, a redução de seis para duas parcelas para o pagamento do benefício. Além disso, 1,40% de aumento real no piso salarial e 1% de aumento real nos demais salários.

Esses foram os principais avanços da negociação coletiva dos mais de 4 mil trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas de Criciúma e região, concluída na manhã desta quinta-feira (27). Os novos valores devem ser praticados já na próxima folha de pagamento.

“Tivemos um índice inflacionário menor neste ano em relação à negociação de 2025, mas mantivemos praticamente os mesmos índices de ganho real nos salários, elevando o piso salarial da categoria e conquistando avanços signif**ativos no PLR”, resume Carlos de Cordes, o Dé, presidente do sindicato que representa os trabalhadores.

“Tão importante quanto os reajustes salariais e do PLR, o fundamental é renovarmos a Convenção Coletiva do setor, que tem conquistas históricas, como, por exemplo, o adicional noturno de 35%, enquanto a CLT prevê um adicional de apenas 20% para quem trabalha das 22h às 5h”, pondera Dé.

A data-base dos trabalhadores que ocupam postos em mais de 120 empresas do segmento — tintas, vernizes e colas, em sua maioria, além dos colorifícios cerâmicos — é 1º de agosto. A inflação foi de 4,10%. O piso salarial foi reajustado em 5,50% e os demais salários em 5,10%. O Piso passa para R$ 2.292,09.

Os profissionais das empresas com até 30 empregados receberão PLR no valor de R$ 1.153,64. Nas indústrias com mais de 31 empregados, o PLR a ser pago será de R$ 1.517,01. O valor deverá ser pago nas folhas de janeiro e fevereiro de 2027.

De Cordes afirmou que “voltamos a mostrar, nas mesas de negociação, nossas preocupações com o baixo valor do piso salarial da categoria, mas o sindicato patronal se mantém irredutível e se nega a rever esta situação como deveria, apesar de continuar se queixando da falta de mão de obra e das vagas em aberto nas fábricas”.

A afirmação do vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, é grave, irresponsável e desrespeitosa. Generalizar dessa f...
25/08/2026

A afirmação do vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, é grave, irresponsável e desrespeitosa. Generalizar dessa forma a atuação de milhares de profissionais, atribuindo a uma parcela expressiva da advocacia a intenção de praticar crimes contra justamente aqueles que mais necessitam de proteção e acesso à Justiça, ultrapassa os limites de uma crítica legítima.

Para os trabalhadores, a advocacia tem importância ainda mais evidente. São advogadas e advogados que diariamente atuam na defesa de direitos trabalhistas, previdenciários e sociais, enfrentando muitas vezes longas batalhas judiciais para assegurar direitos negados a trabalhadores, aposentados e suas famílias.

Nosso Sindicato conhece essa realidade de perto. Ao longo de sua história, inúmeras conquistas da categoria somente foram possíveis pela combinação entre organização sindical, mobilização dos trabalhadores e atuação jurídica comprometida com a defesa de seus direitos.

Isso não signif**a que qualquer profissão esteja acima de críticas ou da responsabilização por eventuais desvios de conduta. Casos concretos devem ser denunciados, investigados e, quando comprovados, devidamente punidos. O que não se pode admitir é transformar situações particulares em acusações generalizadas contra toda uma categoria profissional.

De um representante eleito pelo povo espera-se responsabilidade ainda maior com as palavras pronunciadas na tribuna do Poder Legislativo e melhor preparo para exercer o mandato.

O Sindicato se solidariza com as advogadas e os advogados atingidos pela declaração e se soma às manifestações de repúdio diante de uma afirmação que não contribui para o debate público e desrespeita profissionais que exercem papel fundamental na defesa da cidadania e dos direitos da população.

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Carlos de Cordes
Presidente

20/08/2026
*Trabalhadores da Canguru aprovam acordo de R$ 62 milhões em ação iniciada há mais de 20 anos*Por ampla maioria, trabalh...
19/08/2026

*Trabalhadores da Canguru aprovam acordo de R$ 62 milhões em ação iniciada há mais de 20 anos*
Por ampla maioria, trabalhadores e ex-trabalhadores da Canguru Embalagens, com contratos de trabalho após setembro de 2001, aprovaram nesta terça-feira (18) a proposta de acordo e a forma de pagamento dos créditos da ação coletiva movida pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região para cobrança do adicional de periculosidade não pago pela empresa. Duas assembleias foram realizadas no Círculo Operário, na Praça da Chaminé, bairro Próspera, em Criciúma.

A ação, iniciada pelo Sindicato em 2003, envolve atualmente 701 trabalhadores e ex-trabalhadores e alcançou o valor total de R$ 107 milhões. Pelo acordo aprovado, com deságio de aproximadamente 40%, cerca de R$ 62 milhões serão destinados ao pagamento dos créditos dos trabalhadores. A empresa f**ará responsável, ainda, pelo pagamento dos encargos de INSS e dos honorários advocatícios.

“É uma decisão muito importante depois de mais de 20 anos de luta. A proposta e a forma de pagamento foram apresentadas, explicadas detalhadamente e debatidas nas duas assembleias. A decisão coube aos trabalhadores e mais de 98% dos presentes entenderam que o acordo é o melhor caminho para receber os valores reconhecidos na ação”, destaca o presidente do Sindicato, Carlos de Cordes, o Dé.

Primeiros R$ 2,2 milhões serão pagos em outubro
A primeira parcela do acordo, no valor de R$ 2,2 milhões, está prevista para 15 de outubro de 2026 e será dividida em partes iguais entre todos os trabalhadores habilitados, respeitando o limite do crédito individual de cada um. Neste primeiro rateio, o pagamento poderá chegar a aproximadamente R$ 3,1 mil por trabalhador.

Com o pagamento da primeira parcela, 16 trabalhadores receberão integralmente os valores a que têm direito e deixarão de integrar o processo. Os demais continuarão participando dos rateios seguintes até a quitação de seus respectivos créditos.

A partir do segundo ano, em 15 de outubro de 2027, uma nova parcela de R$ 2,2 milhões será novamente dividida em partes iguais entre os trabalhadores que ainda tiverem créditos a receber. O procedimento será repetido anualmente, sempre em 15 de outubro, conforme as condições estabelecidas no acordo, com previsão de pagamento em até 12 anos.

Esse prazo, no entanto, poderá ser reduzido. O acordo prevê a venda de quatro imóveis, avaliados em aproximadamente R$ 26 milhões. Os recursos obtidos com as vendas poderão agilizar a quitação da dívida e antecipar o pagamento dos créditos de grande parte dos trabalhadores.

Com a aprovação nas duas assembleias, o acordo será agora encaminhado para homologação judicial. Cumprida essa etapa, o primeiro pagamento está previsto para 15 de outubro deste ano.

Os participantes das assembleias, após os encaminhamentos, já assinaram toda documentação de habilitação para receber os créditos. Os que não participaram das assembleias devem procurar o escritório do advogado Gilvan Francisco para se habilitarem ao recebimento. O escritório f**a na Avenida Getúlio Vargas, nº 372, Centro, Criciúma, reforça Dé. Trabalhadores não inscritos no processo, têm até dois anos após a homologação para comprovar direito e se habilitarem, prevê o acordo.

Uma luta iniciada em 2003
A ação coletiva teve início em 2003, depois que a diretoria do Sindicato tomou conhecimento de documento elaborado por empresa contratada pela própria Canguru Embalagens, apontando que, com exceção dos empregados da administração, os trabalhadores dos demais setores tinham direito ao adicional de periculosidade, correspondente a 30% sobre o salário.

Mesmo diante do estudo, a empresa não implantou o pagamento do adicional, levando o Sindicato a ingressar com a ação coletiva. Depois de mais de duas décadas de tramitação judicial, o processo chegou à fase de execução, resultando na proposta de acordo agora aprovada pelos trabalhadores.

“É o resultado de uma luta que atravessou mais de 20 anos. Muitos desses trabalhadores já estão aposentados e esperam há décadas pelo reconhecimento desse direito. Agora temos um caminho concreto para transformar uma decisão judicial em dinheiro efetivamente recebido pelos trabalhadores”, finaliza Carlos de Cordes.

13/08/2026
13/08/2026
11/08/2026

Assembleias Canguru Embalagens, ação periculosidade

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Criciúma, SC
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