02/09/2026
São as coleções que dão alma a uma casa com identidade e cultura.
Cada fase da vida reorganiza nossas prioridades. E acho bonito perceber isso também dentro de casa.
Agora, aos 37 anos, vivendo a experiência de construir minha segunda casa, tenho sentido vontade de renovar algumas escolhas e realizar pequenos desejos que fui adiando ao longo do tempo.
Um deles era ter um jogo de jantar que eu realmente amasse e que pudesse começar a fazer parte do nosso acervo de família.
Quando escolhi meu primeiro jogo em Fine Bone China, percebi como conhecer o material muda a forma de enxergar uma louça.
Antes, eu olhava principalmente para a beleza da estampa. Hoje, também observo material, procedência, leveza, espessura, acabamento e potencial de permanência.
Não porque eu precise saber tudo sobre porcelanas, mas porque gosto cada vez mais de conhecer melhor aquilo que escolho trazer para casa.
Para mim, é aí que o colecionismo começa a fazer sentido.
Não como acúmulo, mas como a construção de um acervo pessoal, formado aos poucos por peças que representam nossos gostos, memórias, fases e referências.
Acho que as casas mais interessantes são justamente aquelas que não parecem ter sido montadas de uma vez. Elas vão ganhando identidade ao longo da vida, à medida que aprendemos a reconhecer aquilo que realmente nos representa.
No fim, nossas coleções acabam contando um pouco sobre a cultura da casa e sobre quem vive nela.
E você, o que já coleciona ou gostaria de começar a colecionar para fazer parte da identidade do seu lar?