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[Port.] A corporação Rosatom engloba mais de 300 subsidiárias, incluindo as instituições científicas, centros de pesquisa e todas as empresas nucleares da Rússia. Rosatom ocupa posições de liderança no mercado global de tecnologias nucleares e está construindo 35 reatores nucleares ao redor do mundo.

[Esp.] La corporación Rosatom incluye más de 300 subsidiarias, incluyendo instituciones científic

as, centros de investigación y todas las empresas civiles nucleares de Rusia. Rosatom mantiene posiciones de liderazgo en el mercado mundial de las tecnologías nucleares y está construyendo 35 unidades de energía nuclear alrededor del mundo.

Representantes da Rosatom participaram do 51º Simpósio Anual da World Nuclear Association (WNA), realizado em Londres. O...
14/09/2026

Representantes da Rosatom participaram do 51º Simpósio Anual da World Nuclear Association (WNA), realizado em Londres. O evento reuniu líderes e especialistas do setor para discutir o desenvolvimento da energia nuclear, novos projetos, financiamento, formação de profissionais e a crescente demanda por geração nuclear por parte de grandes consumidores de eletricidade.

O vice-diretor da Rosatom América Latina, Ruan Nunes de Souza, participou de uma sessão de perguntas e respostas com usuários finais de energia. O debate foi dedicado a empresas e grandes projetos industriais que buscam fontes confiáveis de eletricidade e que vêm se tornando um novo segmento de clientes para tecnologias nucleares.

“A Rosatom trabalha ativamente com diferentes empresas no Brasil. Estamos prontos para oferecer aos nossos parceiros a melhor opção tecnológica disponível para cada situação específica. Uma usina nuclear flutuante pode certamente ser a solução adequada para alguns projetos. Já avaliamos o potencial de implantação de uma unidade flutuante em áreas remotas da Amazônia e também vemos potencial para esse tipo de solução no apoio à exploração e à produção de petróleo offshore”, afirmou Ruan Nunes de Souza.

O simpósio também abordou outras condições necessárias para a expansão da energia nuclear. A diretora de Sustentabilidade da Rosatom, Polina Lion, destacou entre as prioridades o fortalecimento das cadeias de suprimentos e da localização industrial, a formação de profissionais e uma maior participação de instituições financeiras.

Outro tema central foi o financiamento de novos projetos. Segundo a WNA, os investimentos necessários para ampliar a capacidade nuclear global podem superar US$ 250 bilhões por ano até meados da década de 2030.

A Rosatom estuda a possibilidade de criar, na região de Murmansk — um importante porto ártico no noroeste da Rússia — um...
14/09/2026

A Rosatom estuda a possibilidade de criar, na região de Murmansk — um importante porto ártico no noroeste da Rússia — uma estrutura própria para a finalização de unidades nucleares flutuantes. O investimento preliminar é estimado em dezenas de bilhões de rublos.

A iniciativa está ligada ao crescimento esperado da demanda. Segundo o diretor-geral da Rosatom, Alexey Likhachev, no futuro poderão ser necessários dezenas de unidades nucleares flutuantes. As atuais capacidades de construção naval já estão fortemente ocupadas com a produção de quebra-gelos nucleares, por isso a empresa avalia criar uma base adicional próxima à Atomflot, à infraestrutura portuária e com acesso direto ao oceano.

A Rosatom já tem experiência prática com esse tipo de solução: a usina nuclear flutuante Akademik Lomonosov opera em Chukotka desde 2020. Agora, a geração nuclear flutuante começa a evoluir de um projeto único para um formato com potencial de produção em série dentro da energia nuclear de pequena escala.

Essas unidades podem ser utilizadas onde a construção de uma grande usina nuclear não se justifica — em regiões remotas e costeiras, ilhas, sistemas elétricos isolados e grandes projetos industriais. Por isso, o interesse por soluções nucleares flutuantes já vai muito além do Ártico.

🚢 Rosatom quer entrar no top 7 dos maiores transportadores marítimos dos BRICS até 2035A Rosatom vem ampliando sua atuaç...
12/09/2026

🚢 Rosatom quer entrar no top 7 dos maiores transportadores marítimos dos BRICS até 2035

A Rosatom vem ampliando sua atuação também na logística internacional. Hoje, sua divisão logística, baseada nos ativos da FESCO e do grupo Delo, já opera em mais de 25 países. Até 2030, a meta é ampliar essa presença para cerca de 35 países.

Até 2035, a Rosatom pretende mais que triplicar a capacidade de sua frota mercante e entrar no grupo dos sete maiores transportadores marítimos dos países dos BRICS. Ao mesmo tempo, a empresa planeja expandir sua rede de serviços marítimos internacionais, incluindo operações de exportação, importação e trânsito.

Um dos principais eixos desse crescimento é a Rota Marítima do Norte. Nos últimos dois anos, o volume transportado pela rota superou 37 milhões de toneladas, e para 2026 a Rosatom espera um novo recorde, com crescimento de cerca de 14% em relação ao ano anterior.

No cenário-base, a meta é elevar o fluxo de cargas pela rota para 110 a 150 milhões de toneladas por ano até 2035. Em uma perspectiva mais ampla, a Rota Marítima do Norte é vista como a parte marítima de um corredor de transporte transártico capaz de conectar fluxos internacionais entre a Ásia, o Ártico e outros mercados.

A Rosatom e a companhia nacional de petróleo e gás do Vietnã, Petrovietnam, firmaram um acordo para criar no país um cen...
11/09/2026

A Rosatom e a companhia nacional de petróleo e gás do Vietnã, Petrovietnam, firmaram um acordo para criar no país um centro completo de impressão 3D industrial. O projeto prevê o fornecimento de impressoras 3D russas para metais, equipamentos de tratamento térmico e controle laboratorial, além da capacitação de especialistas.

O centro terá aplicações práticas para o setor de petróleo e gás: produzir peças complexas para equipamentos de perfuração e bombeamento, acelerar a fabricação de protótipos e restaurar ou reparar componentes de grande porte. As partes também planejam organizar no Vietnã a produção de pós metálicos, desenvolver em conjunto padrões de qualidade e procedimentos de certificação. No futuro, está em discussão também a localização da produção das próprias impressoras 3D.

Para a Rosatom, esse projeto faz parte de uma estratégia internacional mais ampla. Em 2025, a empresa passou do fornecimento de impressoras 3D à montagem conjunta desses equipamentos em Belarus, e agora um modelo semelhante de parceria tecnológica está sendo desenvolvido no Vietnã. Para países com grandes setores de petróleo e gás, energia e indústria, esse formato é especialmente interessante: permite produzir peças mais perto do local de uso e reduzir a dependência de cadeias longas de fornecimento internacional.

🚀 En La Paz comenzó la segunda edición del Festival de Ciencia Bolivia 2026, organizado con el apoyo de Rosatom. Este añ...
10/09/2026

🚀 En La Paz comenzó la segunda edición del Festival de Ciencia Bolivia 2026, organizado con el apoyo de Rosatom. Este año, uno de los temas centrales del festival es la aplicación de las tecnologías nucleares en el espacio. Rosatom estuvo representada en el evento por el cosmonauta Sergey Korsakov, quien pasó 195 días a bordo de la Estación Espacial Internacional.

Durante su presentación, Sergey habló sobre la vida y el trabajo en órbita y explicó por qué contar con una fuente de energía confiable se vuelve cada vez más importante a medida que la humanidad proyecta misiones más largas hacia la Luna, Marte y más allá. Desde las fuentes de energía de radioisótopos, que ya se utilizan en el espacio desde hace décadas, hasta los pequeños reactores que podrían abastecer futuras infraestructuras lunares, las tecnologías nucleares pueden convertirse en una de las bases para la próxima etapa de la exploración espacial.

En su primer día, el festival reunió a más de 800 participantes. Para los jóvenes, es una oportunidad de dialogar directamente con científicos e ingenieros y conocer cómo la ciencia fundamental se transforma en tecnologías concretas.

Bolivia ya cuenta con un ejemplo de gran escala de este tipo de cooperación. En El Alto, Rosatom participa en la creación del Centro de Investigación y Desarrollo en Tecnología Nuclear (CIDTN). El complejo incluye instalaciones para la producción de radiofármacos, un centro multipropósito de irradiación, un laboratorio de radiobiología y radioecología, y el reactor de investigación RB-01.

Na primeira unidade da usina nuclear de Smolensk, começou o carregamento de uma nova versão do combustível para o reator...
09/09/2026

Na primeira unidade da usina nuclear de Smolensk, começou o carregamento de uma nova versão do combustível para o reator RBMK-1000. A composição foi otimizada após a modernização da estrutura de grafite do reator, com o objetivo de preservar os parâmetros neutrônicos necessários do núcleo e garantir a continuidade da operação segura da unidade.

No novo combustível de urânio com érbio, o teor de urânio-235 foi reduzido de 2,8% para 2,7%, enquanto a concentração de óxido de érbio passou de 0,6% para 0,35%. O érbio atua como absorvedor queimável de nêutrons, ajudando a controlar a reatividade ao longo do ciclo de operação do combustível.

O primeiro lote experimental inclui 200 conjuntos combustíveis. Os resultados da operação permitirão avaliar a adoção mais ampla do novo combustível nas três unidades da usina de Smolensk.

A modernização do combustível é uma das ferramentas utilizadas para ampliar a vida útil de usinas nucleares em operação. No caso das unidades de Smolensk, está sendo considerada a possibilidade de operação por até 50 anos.

Ivan Dybov, diretor da Rosatom América Latina, participou do congresso anual da Sociedad Nuclear Mexicana, realizado em ...
08/09/2026

Ivan Dybov, diretor da Rosatom América Latina, participou do congresso anual da Sociedad Nuclear Mexicana, realizado em Puebla. Neste ano, o evento acontece de 6 a 9 de setembro e tem como tema “Energia nuclear e inteligência artificial”. A programação aborda o uso da IA na engenharia nuclear, gêmeos digitais e operação autônoma de reatores, pequenos reatores modulares, cibersegurança, descarbonização e aplicações não energéticas das tecnologias nucleares. A Rosatom também é uma das parceiras do congresso.

Em sua apresentação, Ivan Dybov falou sobre a atuação internacional da Rosatom e sobre as tecnologias que a empresa desenvolve e oferece a parceiros em diferentes países — desde a construção de grandes usinas nucleares e pequenos reatores modulares até soluções para o ciclo do combustível nuclear, reatores de pesquisa, produção de isótopos e medicina nuclear. Um dos destaques foi o desenvolvimento de soluções modernas em SMR, incluindo usinas nucleares de pequeno porte em terra e unidades nucleares flutuantes.

A América Latina ocupa um lugar importante na atuação internacional da Rosatom. A empresa coopera com países da região em áreas como fornecimento de produtos de urânio e isótopos, medicina nuclear, infraestrutura de pesquisa e formação de especialistas.

Em Murmansk, foi concluída a primeira escola internacional sobre pequenos reatores modulares (SMRs), organizada pela Aca...
07/09/2026

Em Murmansk, foi concluída a primeira escola internacional sobre pequenos reatores modulares (SMRs), organizada pela Academia Técnica da Rosatom em parceria com a AIEA. Participaram especialistas da Ásia, África, Oriente Médio e América Latina, incluindo representantes de organizações nucleares, órgãos reguladores e instituições governamentais.

Durante cinco dias, os participantes discutiram o grau de maturidade das tecnologias de SMRs, sua aplicação prática e os diferentes modelos que podem ser adotados por outros países. Um dos principais focos foi a experiência russa com os reatores KLT-40S e da família RITM, além da operação da usina nuclear flutuante Akademik Lomonosov, um exemplo já em funcionamento de geração nuclear de pequena escala.

O programa também abordou transporte, segurança e regulação de unidades nucleares flutuantes, além de visitas técnicas a um quebra-gelo nuclear e às instalações da Atomflot.

Para países com regiões remotas, sistemas elétricos isolados ou grandes projetos industriais, esse tipo de solução pode ter especial interesse. Um dos participantes, da Indonésia, destacou justamente o potencial da energia nuclear flutuante para países que precisam de geração confiável sem a necessidade de construir uma usina nuclear de grande porte.

Dos quebra-gelos às pequenas usinas nucleares: como surgiu o reator RITM-200Tudo começou com o desafio de criar uma nova...
06/09/2026

Dos quebra-gelos às pequenas usinas nucleares: como surgiu o reator RITM-200

Tudo começou com o desafio de criar uma nova geração de quebra-gelos nucleares universais — mais potentes, compactos e capazes de operar tanto em águas profundas do Ártico quanto em áreas de menor calado. Para isso, a Rosatom desenvolveu o RITM-200.

Cada reator tem 175 MW de potência térmica. Graças ao projeto integrado, que reúne os principais equipamentos em uma estrutura mais compacta, o RITM-200 é cerca de 1,5 vez menor que o KLT-40, da geração anterior. O ciclo de combustível é de aproximadamente sete anos.

Hoje, o RITM-200 já opera em quatro quebra-gelos do Projeto 22220 — Arktika, Sibir, Ural e Yakutia. Essas embarcações são capazes de atravessar gelo com cerca de 3 metros de espessura e, graças ao calado ajustável, podem navegar tanto em rotas marítimas profundas quanto em áreas mais rasas.

Mas a tecnologia RITM-200 vai muito além da navegação no Ártico. Com base nessa experiência, a Rosatom desenvolve pequenas usinas nucleares (SMRs), tanto terrestres quanto flutuantes. Esse formato é voltado especialmente para regiões remotas, sistemas elétricos isolados e projetos industriais onde uma usina nuclear de grande porte não é necessária.

A experiência acumulada com o RITM-200 em condições extremas hoje serve de base para uma nova geração de soluções de pequena escala na energia nuclear.

Um em cada seis reatores de potência no mundo opera com combustível da TVELHoje, o combustível nuclear da Rosatom é util...
05/09/2026

Um em cada seis reatores de potência no mundo opera com combustível da TVEL

Hoje, o combustível nuclear da Rosatom é utilizado em reatores de potência de 14 países, e a dimensão global dessa atuação pode ser vista nas recentes entregas para novas usinas na Ásia e no Oriente Médio.

🇧🇩 Em Bangladesh, na primavera de 2026, foi concluído o carregamento de combustível da primeira unidade da usina nuclear de Rooppur, equipada com um reator VVER-1200. Ao todo, 163 conjuntos combustíveis foram carregados no núcleo do reator. A usina terá duas unidades desse tipo.

🇹🇷 Na Turquia, em junho, a primeira unidade da usina nuclear de Akkuyu realizou um ensaio geral do carregamento de combustível: o reator recebeu 163 simuladores em escala real dos conjuntos combustíveis, com as mesmas características estruturais, mas sem material nuclear. Quatro unidades VVER-1200 estão em construção no local.

🇨🇳 Na China, 2026 marcou o início das primeiras entregas de combustível russo para os novos reatores VVER-1200. O combustível já foi enviado para a usina nuclear de Tianwan e para o carregamento inicial da terceira unidade da usina de Xudapu.

Todos esses lotes foram produzidos em uma unidade da Rosatom em Novosibirsk. Com novos VVER-1200 em construção em vários países, a Rosatom também garante o fornecimento de combustível nuclear como parte integrante desses projetos.

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