Mara Monteiro - Autismo & Desenvolvimento Infantil

Mara Monteiro - Autismo & Desenvolvimento Infantil Avaliação e Intervenção Precoce I Desenvolvimento Infantil I Autismo I Perinatal I Parental

Clínica Neurocrescer
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🟠 Terapeuta do Desenvolvimento Infantil

🔵 Autismo & TDAH

🔵 Atrasos no Desenvolvimento Infantil

10/09/2026

TDAH e Transtorno Específico da Aprendizagem podem apresentar impactos diferentes no desempenho escolar e, inclusive, podem ocorrer de forma associada.

Por isso, uma avaliação precisa ampliar o olhar para compreender o que realmente está interferindo na aprendizagem da criança e direcionar a intervenção adequada.

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06/09/2026

Tem vídeos que falam muito mais do que qualquer explicação.

No autismo, o desenvolvimento não acontece apenas dentro da sala de terapia. Ele também acontece nos pequenos momentos da rotina: durante uma br**cadeira, na hora de comer, ao esperar, compartilhar, pedir ajuda ou aprender uma nova forma de se comunicar.

E quando a família participa desse processo, as oportunidades de aprendizagem se multiplicam.

Nesse vídeo, uma irmã transforma um momento simples em uma oportunidade de ensinar, incentivar e estar junto.

Afeto, convivência e participação familiar são parte essencial para o desenvolvimento.

🩵 Por aqui, meu coração ficou aquecido com os irmãos Bergamin e Alice.

É possível favorecer o desenvolvimento do bebê desde os primeiros meses — e isso acontece principalmente nas pequenas ex...
23/08/2026

É possível favorecer o desenvolvimento do bebê desde os primeiros meses — e isso acontece principalmente nas pequenas experiências do dia a dia.

Brincar, conversar, cantar, oferecer objetos para explorar, estimular movimentos e responder às iniciativas do bebê são oportunidades importantes para favorecer habilidades motoras, cognitivas, sociais e de comunicação.

Mais do que oferecer muitos estímulos, o importante é que eles sejam adequados à fase de desenvolvimento do bebê e façam sentido dentro da rotina da família.

Acompanhar os marcos do desenvolvimento também ajuda a perceber suas conquistas e reconhecer precocemente quando alguma habilidade precisa de maior atenção.

Desenvolvimento também se constrói nas pequenas interações de todos os dias.

Se você observar atrasos no desenvolvimento do bebê ou sinais de risco para autismo, é essencial buscar o acompanhamento de profissionais especialistas, para que o desenvolvimento seja avaliado e, quando indicado, a intervenção precoce possa ser iniciada.

Mara Monteiro
Terapeuta do Desenvolvimento Infantil
Psicanalista Materno-Infantil

Especialista em Autismo, Estimulação Precoce com estratégias ABA, Psicomotricidade e Neurodesenvolvimento

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O desenvolvimento do bebê pode ser acompanhado desde os primeiros meses de vida.Observar seus marcos do desenvolvimento,...
23/08/2026

O desenvolvimento do bebê pode ser acompanhado desde os primeiros meses de vida.

Observar seus marcos do desenvolvimento, comunicação, interação, movimentos e respostas sociais permite reconhecer sua evolução e identificar precocemente possíveis sinais de atraso ou risco para autismo.

Quando necessário, a intervenção precoce, associada à orientação parental, favorece oportunidades de aprendizagem também nas experiências cotidianas com a família.

Agende uma consulta para o seu bebê e acompanhe de perto cada etapa do seu desenvolvimento.

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Mara Monteiro
Terapeuta do Desenvolvimento Infantil
Psicanalista Materno-Infantil

Especialista em Autismo, Estimulação Precoce com estratégias ABA, Psicomotricidade e Neurocognição

Rastreio dos primeiros sinais de risco no desenvolvimento e no autismo para intervenção precoce.

Para uma mãe que já tem um filho autista, a chegada de um novo bebê também inaugura uma nova experiência de maternidade....
23/08/2026

Para uma mãe que já tem um filho autista, a chegada de um novo bebê também inaugura uma nova experiência de maternidade. A história vivida com o primeiro filho passa a fazer parte da maneira como ela observa, compreende e acompanha o desenvolvimento desse bebê.

A relação com o bebê começa a ser construída desde os primeiros meses.

Muito antes das primeiras palavras, o bebê já começa a conhecer o mundo por meio das experiências construídas na relação com quem cuida dele.

O olhar, a voz conhecida, o toque, o colo, os sorrisos compartilhados, as respostas às suas iniciativas e as pequenas br**cadeiras do cotidiano participam dessa construção.

É por meio dessas trocas que vão se desenvolvendo importantes habilidades relacionadas à comunicação, interação social, regulação emocional e desenvolvimento socioafetivo.

Conhecer os marcos do desenvolvimento, observar como o bebê se comunica, responde às interações, busca o outro, br**ca e adquire novas habilidades permite que essa mãe acompanhe de forma mais consciente cada etapa.

E, quando forem percebidos possíveis atrasos no desenvolvimento ou comportamentos relacionados ao autismo, a orientação de um profissional especializado permite avaliar precocemente essas habilidades e, quando indicado, iniciar uma intervenção precoce.

Mara Monteiro
Terapeuta Comportamental Materno Infantil Especialista em Autismo
Psicanalista Perinatal, Infantil e Parental
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Quando uma mãe já vive a experiência de ter um filho autista, a chegada de um novo bebê pode despertar sentimentos muito...
22/08/2026

Quando uma mãe já vive a experiência de ter um filho autista, a chegada de um novo bebê pode despertar sentimentos muito particulares.

Existe a alegria de conhecer esse novo filho, mas também um olhar mais atento para o seu desenvolvimento. Cada troca de olhar, sorriso, gesto, tentativa de comunicação, br**cadeira e nova habilidade pode ganhar um significado diferente para essa mãe.

A experiência anterior pode fazer com que ela acompanhe o desenvolvimento do novo bebê com mais atenção e também se pergunte: “Será que está tudo acontecendo como esperado?”

Por isso, conhecer e acompanhar os marcos do desenvolvimento desde os primeiros meses ajuda a compreender melhor a trajetória do bebê e a perceber quando alguma habilidade não surge no período esperado ou quando determinados comportamentos merecem maior atenção.

Diante de possíveis atrasos no desenvolvimento ou sinais relacionados ao autismo, buscar um profissional especializado é importante para avaliar o desenvolvimento, orientar a família e, quando necessário, iniciar uma intervenção precoce.

Essa nova maternidade também precisa ser acolhida. A mãe que já percorreu o caminho do diagnóstico com um filho pode precisar de informação, orientação e segurança para viver a chegada do novo bebê e acompanhar seu desenvolvimento.

Acompanhar desde cedo é conhecer, favorecer e cuidar. 🤍

Mara Monteiro
Clínica Neurocrescer
Terapeuta Comportamental materno infantil – especialista em Autismo
Psicanalista Perinatal, Infantil e Parental

Quando uma família já tem um filho autista e recebe um novo bebê, é natural que surjam perguntas sobre como acompanhar o...
21/08/2026

Quando uma família já tem um filho autista e recebe um novo bebê, é natural que surjam perguntas sobre como acompanhar o desenvolvimento dessa criança.

Os pais já viveram uma trajetória com o primeiro filho. Conhecem etapas, descobertas, avaliações, aprendizados e necessidades que fizeram parte dessa história.

Com a chegada do novo bebê, um novo percurso começa.

Como está acontecendo o seu desenvolvimento?
Quais habilidades estão surgindo?
Como ele se comunica e interage?
Como está construindo sua relação com as pessoas e com o ambiente?

Nos primeiros anos de vida, o bebê passa por importantes transformações.

Comunicação, interação, atenção compartilhada, gestos, linguagem, br**cadeira, regulação, desenvolvimento motor e respostas aos estímulos vão sendo construídos progressivamente.

Por isso, acompanhar o desenvolvimento não significa olhar apenas para aquilo que o bebê faz hoje.

Significa conhecer sua trajetória ao longo do tempo: perceber suas conquistas, compreender como novas habilidades estão surgindo e identificar quando alguma área necessita de maior atenção ou suporte.

E esse acompanhamento não envolve somente o bebê.

É importante compreender também como ele vai construindo sua relação com a mãe, com o pai, com o irmão e com o mundo ao seu redor.

Para uma família que já vivenciou o autismo com um filho, ter informação e acompanhamento pode trazer mais segurança para viver essa nova experiência, sem que todas as dúvidas precisem ser enfrentadas sozinhas.

Cada bebê precisa ser conhecido em sua própria trajetória de desenvolvimento.

E, se alguma necessidade surgir, acompanhá-lo desde cedo permite compreender melhor o que ele precisa e oferecer suporte no momento adequado.

Acompanhar essa nova história é olhar para o todo: o bebê, seu desenvolvimento, seus pais, seu irmão e as relações que estão sendo construídas nessa família.

Um caminho de cuidado, informação, acolhimento e acompanhamento.

🩵

Mara Monteiro
Diretora da Neurocrescer
Terapeuta Infantil - Analista do Comportamento
Especialista em Autismo
Psicanalista Perinatal, Parental e Infantil


Quando uma mulher autista começa a imaginar a maternidade, ela pode começar a pensar também sobre como será viver essa e...
18/08/2026

Quando uma mulher autista começa a imaginar a maternidade, ela pode começar a pensar também sobre como será viver essa experiência, dentro das suas próprias condições tão singulares.

Como meu corpo viverá uma gestação?
Como lidarei com tantas mudanças?
Como minha sensorialidade responderá aos novos estímulos?
Como será para mim tornar-me mãe?

Para algumas mulheres autistas, a sensorialidade, a necessidade de previsibilidade, as mudanças de rotina e possíveis sobrecargas podem fazer parte das questões que surgem ao imaginar esse momento.

Mas não existe uma única maneira de uma mulher autista viver a maternidade.

Existe uma mulher com suas características, seus recursos, suas necessidades e sua maneira singular de estar no mundo.

Por isso, o desejo de ser mãe pode trazer uma pergunta muito importante:

“Como essa experiência será para mim?”

E essas questões precisam ter espaço para serem acolhidas e acompanhadas.

A concepção, a gestação, as transformações vividas pela mãe e a chegada do bebê fazem parte desse percurso.

E esse cuidado continua depois do nascimento.

É preciso acompanhar o desenvolvimento do bebê. Esse também é um ponto de preocupação na maternidade, uma vez que existe a possibilidade de genética também de autismo para essa criança. E essa preocupação materna, precisa ser acolhida com respeito, acolhimento e escuta. E nessa trajetória do desenvolvimento do bebê, também é essencial acompanhar a relação desse bebê com o mundo, e como esta mamãe também vai se preparar para esse momento.

Acompanhar essa trajetória é olhar para o todo:

a mulher, a concepção, a gestação, o bebê, seu desenvolvimento e a relação construída entre ele e seus pais.

Esse é um caminho de cuidado, acolhimento e acompanhamento ao longo de toda essa história.

📍 Esse foi o nosso segundo post do tema. Continue acompanhando as próximas postagens.

🩵

Mara Monteiro
Diretora da Neurocrescer
Especialista em Autismo
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Há algum tempo venho percebendo a importância de ampliarmos uma conversa que ainda encontra pouco espaço quando falamos ...
18/08/2026

Há algum tempo venho percebendo a importância de ampliarmos uma conversa que ainda encontra pouco espaço quando falamos sobre autismo, maternidade, parentalidade e o desejo de ter filhos.

O que acontece quando o autismo já faz parte da nossa história e começamos a pensar em uma gestação?

Essa experiência pode fazer parte da vida de uma mulher autista que deseja ser mãe, de um homem autista que começa a pensar sobre a paternidade, de um casal em que um ou ambos são autistas ou de mães e pais que já têm um filho autista e começam a imaginar uma nova gestação.

Antes mesmo da concepção, um futuro filho pode começar a ocupar um lugar no pensamento e no desejo de seus pais.

E junto desse desejo podem surgir expectativas, dúvidas, incertezas e questões sobre a própria história, sobre a gestação, sobre genética e sobre o desenvolvimento desse futuro bebê.

Tudo isso também faz parte da construção da parentalidade.

Por isso, nas próximas semanas, quero abrir por aqui uma sequência de conversas sobre essas experiências.

Vamos falar sobre a mulher autista que deseja ser mãe, sobre casais autistas que pensam em ter filhos, sobre uma nova maternidade depois da experiência com um filho autista, sobre concepção e gestação, sobre o bebê imaginado e o encontro com o bebê real.

E também vamos conversar sobre os primeiros meses e anos de vida, desenvolvimento infantil, acompanhamento do bebê e intervenção precoce quando houver uma necessidade de desenvolvimento.

Sempre partindo de um princípio muito importante:

acompanhar não é "procurar" autismo.

É conhecer o bebê, compreender sua trajetória e oferecer suporte quando e se alguma necessidade surgir.

Existem experiências, sentimentos e perguntas sobre parentalidade e autismo que ainda são difíceis de serem falados.

Precisamos construir espaços em que essas famílias possam ser acolhidas, escutadas e acompanhadas.

Antes de existir um bebê, já pode existir um desejo, uma história e muitas perguntas.

E é por elas que vamos começar.

Mara Monteiro
Diretora da Neurocrescer
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Na NeuroCrescer, contamos com uma equipe especialista em neurodesenvolvimento, preparada para avaliar, compreender e aco...
16/08/2026

Na NeuroCrescer, contamos com uma equipe especialista em neurodesenvolvimento, preparada para avaliar, compreender e acompanhar as diferentes necessidades da infância.

Avaliação e intervenção integradas para favorecer o desenvolvimento infantil.

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