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Planejamento Urbano | Abordagem Biofílica
Mapas, QGIS e Consultoria

E hoje foi dia de voltar à PUCRS, agora para compartilhar conhecimento. Foi daqueles momentos que fazem a gente olhar pa...
16/09/2026

E hoje foi dia de voltar à PUCRS, agora para compartilhar conhecimento. Foi daqueles momentos que fazem a gente olhar para a própria trajetória.

Foi muito especial retornar ao lugar onde iniciei minha formação e dei os primeiros passos da minha trajetória profissional. Dessa vez, o convite da professora e coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo Maria Alice Medeiros Dias me trouxe de volta à universidade para conversar com as alunas sobre um tema que hoje atravessa minha pesquisa e meu trabalho: as múltiplas camadas que compõem um território.

Falar sobre território é também falar sobre pessoas, ambiente, história, infraestrutura, relações e decisões — e sobre a importância de conectar essas camadas para compreender melhor os lugares onde vivemos.

Agradeço muito pelo convite e pela oportunidade de compartilhar do que venho construindo ao longo desses anos.

Talvez uma das partes mais bonitas da educação seja justamente essa: aquilo que um dia recebemos pode, com o tempo, ser transformado e compartilhado com outras pessoas.

E é nesse movimento de troca e conhecimento compartilhado que acredito que podemos, juntos, ajudar o mundo a mudar para melhor. 🫶🏻

🎓 E hoje concluímos mais uma turma, desta vez dentro da universidade!Foi uma satisfação ministrar o curso QGIS na Pesqui...
07/08/2026

🎓 E hoje concluímos mais uma turma, desta vez dentro da universidade!

Foi uma satisfação ministrar o curso QGIS na Pesquisa, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR/UNISC) e pelo GEPEUR – Grupo de Estudos Urbanos e Regionais.

Durante a capacitação, pesquisadores e estudantes conheceram como o QGIS pode apoiar diferentes etapas da pesquisa, desde a obtenção e organização de dados geoespaciais até a análise espacial e a produção de mapas para comunicar resultados.

As geotecnologias são ferramentas cada vez mais importantes para a pesquisa científ**a. Quando dominadas, permitem transformar dados em conhecimento, revelar padrões espaciais e produzir análises mais consistentes para compreender o território.

Agradecemos ao PPGDR e ao GEPEUR pela parceria e confiança, e a todos os participantes pelo interesse e dedicação ao longo da capacitação. Que esse conhecimento fortaleça novas pesquisas e contribua para gerar impactos positivos na sociedade. 🌎📊

Capacitar equipes é fortalecer os municípios. 🗺️🌱Concluímos mais uma turma de capacitação em QGIS, desta vez com os técn...
06/08/2026

Capacitar equipes é fortalecer os municípios. 🗺️🌱

Concluímos mais uma turma de capacitação em QGIS, desta vez com os técnicos da Prefeitura de Ijuí, reunindo profissionais da Secretaria de Planejamento e Regulação Urbana e da Coordenadoria de Águas e Saneamento. 👏

Durante o curso, trabalhamos ferramentas de geoprocessamento e análise espacial aplicadas à realidade da gestão municipal, mostrando que grande parte dos dados necessários para o planejamento já está disponível — o diferencial está em saber onde encontrá-los, analisá-los e transformá-los em informações que apoiem decisões mais eficientes. 📊📍

Quando o conhecimento permanece na equipe técnica, o município ganha autonomia, reduz a dependência de consultorias para análises do dia a dia e fortalece a capacidade de planejar seu território de forma mais estratégico. Afinal, relatórios podem f**ar na gaveta, mas o conhecimento permanece nas pessoas. 💡

Agradecemos à Prefeitura de Ijuí pela confiança e parabenizamos todos os participantes pelo comprometimento. Foi uma satisfação compartilhar conhecimento e contribuir para uma gestão pública cada vez mais orientada por dados. 🤝

Parabéns a toda a turma! 🎉

04/08/2026

Quando analisamos um território apenas ao nível da rua, nossa percepção é limitada. 🫤

É comum ouvir: “Aqui quase não há desmatamento.” Mas será que essa impressão representa a realidade?

Quando olhamos o município por imagens de satélite e cruzamos dados geoespaciais, enxergamos padrões que passam despercebidos no dia a dia. O território conta uma história diferente daquela que vemos da janela do carro ou caminhando pela cidade.

Planejar um município não pode ser baseado apenas em opiniões. Precisa ser baseado em evidências.

Na URB3, usamos geotecnologias para transformar dados em decisões mais conscientes.

Você já comparou a percepção que tinha da sua cidade com o que os dados realmente mostram?

Durante muito tempo, tratamos enchentes e deslizamentos como se fossem eventos imprevisíveis. Mas será que eram mesmo? 🧐...
28/07/2026

Durante muito tempo, tratamos enchentes e deslizamentos como se fossem eventos imprevisíveis. Mas será que eram mesmo? 🧐

As áreas atingidas em 2024 não surgiram de uma hora para outra. Em muitos casos, elas coincidem com planícies de inundação, encostas suscetíveis a movimentos de massa e outras áreas que, há décadas, já eram reconhecidas pela dinâmica natural do território.

Esses limites não são novidade. Eles já orientavam legislações urbanísticas, como a Lei Federal nº 6.766/79 (Lei de Parcelamento do Solo Urbano). O que faltou, em muitos casos, foi transformar esse conhecimento em planejamento e ocupação compatíveis com o território.

Mapear áreas de risco é fundamental. Mas o mapa não cria o risco — ele apenas evidencia aquilo que o território sempre mostrou.

Cidades mais resilientes começam com uma pergunta simples: estamos ocupando o território respeitando seus limites?

Você já tinha feito essa comparação?

Aqui na URB3, cruzamos diferentes bases de dados para revelar aquilo que muitas vezes já estava evidente no território, mas ainda não havia sido analisado de forma integrada.

Planejar também é saber onde não ocupar.

22/07/2026

🔎Já reparou onde nasceram as primeiras cidades?

Elas surgiram próximas aos rios.

E faz sentido: era onde havia água, agricultura, pesca e transporte. Era a escolha mais fácil para garantir a sobrevivência.

Mas nem toda sociedade escolheu apenas a facilidade.

Em Machu Picchu, por exemplo, a ocupação aconteceu em uma área elevada, resultado de um profundo conhecimento do território e de suas limitações.

Isso me faz pensar no presente.

Hoje, continuamos escolhendo os lugares mais fáceis para ocupar. Retif**amos rios, aterramos banhados, impermeabilizamos o solo e construímos onde o terreno parece conveniente.

Só que as características naturais daquele lugar continuam existindo.

Podemos ignorá-las por um tempo, mas elas não deixam de existir.

O rio continua sendo rio.

A água continua procurando seu caminho.

E, com a crise climática, essas dinâmicas estão se manifestando com mais frequência e intensidade.

Como urbanista, eu fico pensando nisso o tempo todo. Talvez porque eu seja ansiosa e esteja sempre imaginando o que pode acontecer no futuro.

Mas planejar cidades deveria ser exatamente isso: pensar antes.

Porque as decisões que tomamos hoje definem os riscos que enfrentaremos amanhã.

Para análises, planejamento e projetos territoriais, acesse https://urb3.studio/


16/07/2026

Nos últimos dias, tenho pensado muito em todas as famílias que voltam a sentir medo cada vez que a previsão anuncia chuva forte.

Este vídeo não é para apontar culpados para quem perdeu tudo. Muito pelo contrário. É um convite para refletirmos sobre decisões que vêm sendo tomadas há décadas e que tornam nossas cidades mais vulneráveis.

Como arquiteta, urbanista e pesquisadora do planejamento territorial, acredito que reduzir os impactos das próximas enchentes passa por três frentes: planejamento público responsável, ocupação urbana que respeite as características do território e uma mudança na forma como entendemos o que é desenvolvimento.

Asfalto é importante. Mas uma cidade segura também precisa de áreas preservadas, drenagem eficiente, planejamento e prevenção.

A chuva é inevitável. A vulnerabilidade das nossas cidades, muitas vezes, não.

💬 O que você acha que precisa mudar para que a previsão de chuva deixe de ser motivo de tanto medo?



03/07/2026

🌉 A ponte foi reconstruída. Mas será que reconstruímos pensando no futuro?

A nova ponte entre Cotiporã e Bento Gonçalves voltou a f**ar submersa poucos meses após sua reconstrução. Mais do que discutir uma obra específ**a, esse caso nos convida a uma reflexão importante.

As mudanças climáticas estão tornando eventos extremos mais frequentes e intensos. Diante desse cenário, reconstruir uma infraestrutura não deveria signif**ar apenas substituir o que existia, mas avaliar se ela está preparada para as novas condições do território.

Não existe uma resposta simples. A altura de uma ponte, por exemplo, depende de estudos hidráulicos, ambientais, estruturais, econômicos e de diversos outros fatores.

❓A pergunta que f**a é:

Estamos reconstruindo para repetir o passado ou para enfrentar os desafios do futuro?

Na URB3, acreditamos que planejar começa por compreender o território. Decisões mais inteligentes hoje podem reduzir riscos e impactos amanhã.

💬 Qual é a sua opinião? A reconstrução de infraestruturas deve considerar cenários climáticos futuros?



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