ArquitetaRaiz

ArquitetaRaiz Curso para arquitetos e designers.

Projeto aparentemente barato nem sempre significa economia.Às vezes, significa apenas que o custo está escondido em outr...
25/08/2026

Projeto aparentemente barato nem sempre significa economia.
Às vezes, significa apenas que o custo está escondido em outro lugar.

E você o que acha dessa resolução ?
23/08/2026

E você o que acha dessa resolução ?

Os arquitetos que conseguem crescer economicamente com mais força frequentemente deixam de ocupar apenas o lugar de pres...
15/08/2026

Os arquitetos que conseguem crescer economicamente com mais força frequentemente deixam de ocupar apenas o lugar de prestadores de projeto e avançam para outras etapas da cadeia:

Executam e gerenciam obras;
Entregam reformas completas;
Compram, reformam e revendem imóveis, o chamado flip;
Desenvolvem empreendimentos próprios;
Participam da incorporação;
Criam produtos imobiliários;
Assumem o fornecimento integral;
Tornam-se proprietários do ativo que ajudaram a valorizar.

Eles não necessariamente abandonaram a arquitetura. Mudaram sua posição econômica dentro dela.

Um resumo porque o conteúdo gerou bastante dúvidas.Só tenham uma boa contabilidade porque agora estamos sujeitos ao erro...
14/08/2026

Um resumo porque o conteúdo gerou bastante dúvidas.

Só tenham uma boa contabilidade porque agora estamos sujeitos ao erro muito grande com essas questões.

12/08/2026

Será que todas as empresas que estão entregando projetos para os clientes emitem RRT de projeto ? E será que todas as que executam obra para os clientes emitem RRT de execução ?

F**a a dúvida, pois uma RRT custa 130 reais, e um projeto de 349 reais da grandes indícios de não pagar nada para o CAU.

COMO ISSO PODE AFETAR OS ARQUITETOS?O arquiteto que presta serviços habitualmente como pessoa física poderá ser alcançad...
10/08/2026

COMO ISSO PODE AFETAR OS ARQUITETOS?

O arquiteto que presta serviços habitualmente como pessoa física poderá ser alcançado pela nova obrigação, caso seja enquadrado como contribuinte da CBS e do IBS.

Entretanto, até o momento, não encontrei publicação oficial da Receita Federal ou do CAU afirmando que todo arquiteto autônomo terá obrigatoriamente esse CNPJ.

Portanto, não se trata de uma obrigação automática para todos os arquitetos.

O enquadramento dependerá:

• da forma como o profissional exerce sua atividade;
• dos serviços prestados;
• da habitualidade e do caráter econômico da atividade;
• da receita obtida;
• das hipóteses legais de exclusão;
• das orientações operacionais que ainda serão publicadas.

Arquitetos e urbanistas estão entre os profissionais regulamentados que terão redução de 30% nas alíquotas de CBS e IBS aplicáveis aos seus serviços.

Atenção: isso não significa pagar uma alíquota de 30%.

Significa aplicar uma redução de 30% sobre a alíquota de referência dos novos tributos, observadas as regras e o período de transição.

E QUEM JÁ POSSUI UMA EMPRESA?

O profissional que já fatura corretamente pelo CNPJ empresarial não precisará de uma segunda inscrição cadastral apenas por receber pró-labore ou distribuição de lucros.

Mas projetos, consultorias, acompanhamento de obras e serviços de orçamento devem:

• estar contemplados nas atividades da empresa;• ser corretamente descritos nas notas fiscais;• receber o tratamento tributário adequado;• possuir RRT quando a atividade exigir responsabilidade técnica.

A discussão não é simplesmente “CPF ou CNPJ”.

É entender qual estrutura corresponde à forma como o arquiteto realmente trabalha.

O que já está confirmado é a criação dessa obrigação cadastral para pessoas físicas contribuintes.

O que ainda não podemos afirmar é que ela será aplicada de maneira automática e indistinta a todo arquiteto autônomo.

E você já está por dentro de como vai ser teu 2027 ?

09/08/2026

Valorizar a arquitetura não é transformar o arquiteto em celebridade. É reconhecer seu trabalho como conhecimento, respo...
08/08/2026

Valorizar a arquitetura não é transformar o arquiteto em celebridade. É reconhecer seu trabalho como conhecimento, responsabilidade e tomada de decisão.

É respeitar honorários, prazos, escopos e limites. É compreender que analisar, compatibilizar, orientar, antecipar problemas e evitar prejuízos também fazem parte da arquitetura, embora quase nunca apareçam na fotografia final.

Talvez o arquiteto contemporâneo não precise de mais glamour.

Precise apenas que tudo o que sustenta uma boa arquitetura deixe de ser invisível.

E você: o que mudaria no seu dia a dia se a arquitetura fosse realmente valorizada?

Será mesmo que foi azar por encontrar um “péssimo pedreiro”?Ou colocamos nas costas de quem foi contratado para executar...
01/08/2026

Será mesmo que foi azar por encontrar um “péssimo pedreiro”?

Ou colocamos nas costas de quem foi contratado para executar a responsabilidade de interpretar necessidades, criar soluções, escolher materiais, compatibilizar instalações, planejar etapas, prever riscos e ainda executar tudo perfeitamente?

Um bom pedreiro é indispensável para uma boa obra. Mas isso não significa que ele deva assumir sozinho as decisões de projeto, planejamento e responsabilidade técnica.

Quando contratamos apenas a execução, essas decisões não deixam de existir. Elas apenas passam a ser tomadas sem os profissionais que deveriam conduzi-las.

E, quando algo dá errado, é muito fácil escolher um único culpado.

**Valorizar o pedreiro também significa respeitar os limites da sua atuação sem esperar que ele substitua o trabalho de uma equipe inteira.**

**Obra bem-feita não depende de sorte nem de um herói. Depende de profissionais competentes, responsabilidades bem definidas e decisões tomadas por quem possui atribuição para tomá-las.**

Donald Schön chama de reflexão na ação a capacidade do profissional de pensar e tomar decisões enquanto atua.Na execução...
01/08/2026

Donald Schön chama de reflexão na ação a capacidade do profissional de pensar e tomar decisões enquanto atua.

Na execução de uma obra, isso não significa improvisar, nem corrigir um projeto insuficiente. Significa mobilizar conhecimento técnico, experiência e sensibilidade para interpretar as condições reais e conduzir cada decisão com coerência em relação ao que foi projetado.

Porque o projeto antecipa, organiza e orienta. Mas a sua materialização acontece em contato com materiais, sistemas construtivos, fornecedores, profissionais e condições que se revelam na escala real.
É nesse encontro entre o que foi concebido e aquilo que está sendo construído que o repertório do arquiteto se manifesta.

Muitas dessas decisões não aparecem nas fotografias finais. Mas são elas que preservam a intenção do projeto, evitam prejuízos e sustentam a qualidade do resultado.

Não é improvisação. É conhecimento em ação.

Já conhecia sobre conhecimento na ação?

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